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PT pede suspensão de ato de exoneração de Sergio Moro



Os deputados federais pelo PT Paulo Pimenta, Wadih Damous e Paulo Pimenta protocolaram, nesta sexta-feira (16/11), um pedido para que o Conselho Nacional de Justiça suspenda o ato de exoneração do juiz Sergio Moro, da 13ª Vara de Curitiba. Moro pediu exoneração para poder assumir o cargo de futuro ministro da Justiça do governo do […]

PT pede suspensão de ato de exoneração de Sergio Moro

Os deputados federais pelo PT Paulo Pimenta, Wadih Damous e Paulo Pimenta protocolaram, nesta sexta-feira (16/11), um pedido para que o Conselho Nacional de Justiça suspenda o ato de exoneração do juiz Sergio Moro, da 13ª Vara de Curitiba.

Moro pediu exoneração para poder assumir o cargo de futuro ministro da Justiça do governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL). A informação foi divulgada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região nesta sexta-feira.

Na ação, os parlamentares afirmam que configura ato administrativo anulável, uma vez que afronta o artigo 27 da Resolução CNJ 135/2011, que determina o impedimento do juiz processado por razões disciplinares afastar-se, voluntariamente, do exercício do cargo.

“A conduta do magistrado, inclusive no bojo do encerramento do recente processo eleitoral, demonstra que não agiu nos processos judiciais sob sua esfera de competência com a necessária ponderação e observância dos postulados da razoabilidade, imparcialidade, proporcionalidade e, principalmente, da legalidade que devem caracterizar as ações de magistrado, incorrendo em falhas funcionais, administrativas e disciplinares agora investigadas por esse Conselho”, afirmam os deputados.

Os deputados afirmam ainda que os atos de Moro representam verdadeira artimanha jurídica e que a exoneração serve apenas para que o magistrado se esquive das investigações.

“Note-se que não há como negar que o juiz Sergio Fernando Moro age com interesses ilegítimos e por paixões políticas. Urge que o Judiciário brasileiro e seus órgãos de controle demonstrem que o Direito e as instituições estão acima disso e dos caprichos, desejos e vontades dele”, conclui a ação.

Com informações de   que é repórter da revista Consultor Jurídico

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