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Massafera recepciona Mara Gabrilli



A deputada federal é classificada pela revista Veja em 1º lugar no ranking entre os parlamentares paulistas A deputada federal e candidata ao Senado, Mara Gabrilli, esteve em Araraquara para uma agenda de campanha eleitoral, onde foi recepcionada pelo deputado estadual e candidato à reeleição, Roberto Massafera, e pelo deputado federal Lobbe Neto. Depois de […]

Massafera recepciona Mara Gabrilli

A deputada federal é classificada pela revista Veja em 1º lugar no ranking entre os parlamentares paulistas

A deputada federal e candidata ao Senado, Mara Gabrilli, esteve em Araraquara para uma agenda de campanha eleitoral, onde foi recepcionada pelo deputado estadual e candidato à reeleição, Roberto Massafera, e pelo deputado federal Lobbe Neto. Depois de uma visita aos veículos de imprensa, ela fez comício e um corpo a corpo na Praça Santa Cruz.

Mara Gabrilli é a primeira e única deputada federal tetraplégica do País e uma das integrantes dos tímidos 10% de mulheres no Congresso Nacional. Em 20 anos de vida pública, foi fundadora e presidente de ONG; foi a vereadora mais votada do Brasil e secretária da Pessoa com Deficiência de São Paulo; e duas vezes deputada federal.

É classificada pela revista Veja em 1º lugar no ranking entre os parlamentares paulistas, bem como na categoria “Melhores Deputados” do Prêmio Congresso em Foco 2018, e 4ª melhor deputada entre os 513 de todo País. São avaliados critérios como presença em plenário e relevância dos projetos. Em 2018, Mara Gabrilli foi eleita para integrar um comitê na ONU sobre pessoas com deficiência.

A trajetória política de Mara é marcada pela rara capacidade de dialogar entre esferas e partidos. Em um trabalho conjunto com a sociedade civil, juristas, parlamentares e o Governo, Mara relatou o texto que criou a Lei Brasileira de Inclusão. A legislação foi aprovada por unanimidade no Congresso Nacional e reconhecida internacionalmente por sua inovação.

Tetraplégica desde os 26 anos, Mara surpreendeu o mundo quando recuperou parte dos movimentos dos braços depois de 21 anos sem se mexer do pescoço para baixo. A recuperação é fruto de sua disciplina e perseverança inabalável.

“Quando a vida de uma pessoa com deficiência melhora, a vida de todo mundo dá um salto de qualidade. Isso porque uma cidade que é projetada para atender quem não anda, não enxerga ou não ouve, é uma cidade muito mais preparada para atender quem não tem deficiência. E é para isso que trabalhamos: para atender a TODOS com dignidade e respeito”, diz.

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