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Manifestação e polêmica na Câmara



Alheios a ato dos servidores, vereadores debatem matéria sobre aumento da categoria pedido pelo PSDB

Manifestação e polêmica na Câmara

Uma manifestação com cerca de 200 servidores públicos foi realizada em frente à Câmara Municipal nessa terça-feira (5). A reunião que já estava marcada pelo SISMAR desde a semana passada serviu para colocar em pauta as discussões sobre a data base da categoria, além do aumento do ticket, o PCCV e a demissão dos aposentados da Prefeitura.

Segundo a assessoria do Sindicato dos Servidores Municipais de Araraquara e Região, os 18 pontos levados ao prefeito até o momento não foram atendidos, mas sim, apenas no tocante ao aumento referente à data base de maio. “A prefeitura joga tudo para o PCCV e não resolve nada”, disse Raphael Penna à reportagem.

Matéria da bancada do PSDB foi mal interpretada, afirmou Rafael De Angeli

Debate

Uma matéria veiculada pelo jornal O Imparcial no último dia 31 de maio, gerou uma grande discussão entre vereadores de oposição à bancada do PSDB na Câmara Municipal.
A assessoria de imprensa da Câmara Municipal, encaminhou ao diretor do Jornal, através de e-mail o release intitulado: “Bancada do PSDB pede salário base de R$ 1.268,89 para servidor municipal”, onde o conteúdo dizia que fora encaminhada uma indicação à Prefeitura para o novo piso salarial dos servidores públicos e assinado pelos vereadores Jeferson Yashuda, José Carlos Porsani, Rafael de Angeli e Elton Negrini.
Vereadores oposicionistas se diziam indignados pela matéria ter sido veiculada pelo jornal, pois o conteúdo seria oportunista.
Em sua fala, o Vereador Edson Hell (PPS) disse que se isso não for oportunismo, ele não sabe o que seria. A vereadora Thainara Faria (PT), seguiu o mesmo discurso.
Já Toninho Mel (PT) disse estar chateado. “Onde já se viu uma matéria não falar da Comissão do PCCV, isso é uma injustiça com os outros vereadores, matéria horrível, ruim, e por baixo do pano, faltou respeito e diálogo”. O petista ainda afirmou que quer que se mude essa matéria.
Rafael De Angeli, que faz parte da bancada tucana, disse aos demais edis que tudo foi baseada em uma ata assinada em 8 de maio por Donizete Simioni pela prefeitura e por Agnaldo pelo Sismar, e que não constava no PCCV. De Angeli disse também que faz parte da comissão do PCCV e que quase não se reúne e pediu, inclusive, para ser retirado da mesma para não se expor ao ridículo, pois nesse ano a pauta teve apenas uma reunião.
Ainda segundo o tucano, faltou interpretação de texto de muitos na Casa de Leis. Ele sugeriu que os edis deveriam voltar à escola para aprender a interpretar melhor os textos. “Discussões que se iniciaram na Câmara foram com os 18 vereadores, a única coisa que a bancada do PSDB fez, foi tentar valer essa ata que não especifica que é no PCCV, porque disse que começaria em maio de 2018, então fizemos uma indicação”, ressaltou.

Já o Sismar, de acordo com o edil, entendeu a matéria de forma diferente e percebeu que era uma cobrança de valor à Prefeitura e não oportunismo.
Embora o vereador Rafael tenha dito que não foi pedido ao jornal que replicasse a matéria, temos o e-mail enviado pela assessoria da Câmara para comprovar. Nosso matutino não tem o costume de ir ao site da Casa de Leis para pegar matérias -embora elas sejam públicas -, sem que nos enviem.
Inclusive, nessa terça-feira (5), o vereador Toninho do Mel (PT) ligou na redação do jornal para questionar o porquê de suas matérias não serem publicadas. Foi explicado ao vereador que as matérias são publicadas de acordo com sua relevância.

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