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Sobre a Maternidade Gota de Leite

Instituição teve a conduta de um profissional colocada em dúvida A Maternidade Gota de Leite, nos últimos 18 meses, investiu muito para qualificar a assistência prestada às parturientes e bebês na instituição. Todos os médicos foram contratados por concurso, sendo exigido o título de especialista na área. Com o quadro de médicos completo, não houve […]

Sobre a Maternidade Gota de Leite

Instituição teve a conduta de um profissional colocada em dúvida

A Maternidade Gota de Leite, nos últimos 18 meses, investiu muito para qualificar a assistência prestada às parturientes e bebês na instituição.

Todos os médicos foram contratados por concurso, sendo exigido o título de especialista na área. Com o quadro de médicos completo, não houve mais falta.

Recentemente, criamos o serviço de ultrassonografia, mantendo esse profissional dentro da Instituição das 8h às 20h e à distância das 20h às 8h.

Organizamos, em 2017, os médicos em setores por especialidade, designando um médico chefe para cada um dos setores, que são: médico chefe do serviço de obstetrícia e ginecologia, médico chefe do serviço de pediatria, médico chefe da UTI Neo/pediatria e médico chefe do serviço de anestesia. Esses chefes médicos possuem a tarefa de supervisionar e coordenar o trabalho médico em cada uma das especialidades.

Cada um desses médicos chefes tem a tarefa fundamental de garantir o cumprimento dos protocolos médicos definidos pelo Ministério da Saúde, Sociedade Brasileira de Ginecologia, e sociedade Brasileira de Pediatria.

Ainda visando aumentar a segurança do paciente, foi implantado em todas as áreas o médico horizontal. Esse médico tem a função de fazer a integração entre os plantonistas para que a assistência ao paciente tenha continuidade.

Fora isso, foram contratados 20 técnicos de enfermagem, 5 enfermeiras, farmacêuticos, técnicos de farmácia, fisioterapeutas e psicóloga.

Portanto, qualificar a assistência foi prioridade nesses últimos 18 meses e todas as avaliações têm mostrado que estamos no caminho certo, pois essas na sua grande maioria são positivas.

Apesar de tudo isso, nossa Instituição hoje vive um momento difícil. O que se está colocado é a dúvida se a conduta seguida por um dos nossos profissionais foi correta ou não.

A análise desse tipo de problema administrativo deve ser feita seguindo um procedimento orientado pelo Conselho Regional de Medicina.

Casos de suspeita de erro médico são investigados com a participação do CRM, pois a eles que cabem repreender o profissional publicamente; suspender temporariamente o exercício da profissão ou cassar o registro de médico. Nesse sentido, quais foram as providências tomadas?

A Diretoria Executiva nomeou uma comissão Sindicante a qual vai acompanhar a avaliação de modo que tudo ocorra conforme orientação do CRM. Vai juntar toda a documentação envolvendo o caso, convocar a Comissão de Ética Médica (Comissão formada por médicos de carreira e por médicos eleitos pelos colegas) para que seja feita a análise de toda a documentação e ouvir pessoas, e após encaminhar um relatório ao CRM.

O CRM, através de seus conselheiros, julga o caso e se concluir que houve erro médico determina qual a penalidade. As penalidades podem ser desde advertência até a cassação do registro de médico.

Somente ao tomar ciência da conclusão desse procedimento que o empregador do médico pode aplicar as medidas administrativas de advertência escrita, suspensão ou demissão por justa causa (diante da perda do registro como médico).

Finalizando, a FUNGOTA está solidária à família e se compromete a avaliar essa situação com ética, seriedade, transparência e sem corporativismo, reafirmando seu compromisso em, apesar de todas as dificuldades, garantir uma assistência de qualidade e segura a toda a população de Araraquara e região.

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