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Sem manutenção, 50 mil mudas morrem em viveiro no Pinheirinho

Célia Pires Em época que se faz apologia e pede-se respeito ao meio ambiente causou indignação o fato de que 50 mil mudas pereceram no viveiro da prefeitura. Ocorre que, por problemas internos de aprovação de prestação de contas por parte do órgão federal, o recurso deixou de ser repassado à Prefeitura para pagamento da […]

Quando a atual administração assumiu, a situação já estava bastante crítica, sem condições de reativação

Célia Pires

Em época que se faz apologia e pede-se respeito ao meio ambiente causou indignação o fato de que 50 mil mudas pereceram no viveiro da prefeitura.

Questionada, a Prefeitura de Araraquara informa através da Secretaria de Comunicação, que o replantio de 50 mil mudas no Parque Pinheirinho corresponde a um convênio estabelecido junto ao DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Trânsito) ainda no governo passado como compensação ambiental às obras do novo contorno ferroviário.

Ocorre que, por problemas internos de aprovação de prestação de contas por parte do órgão federal, o recurso deixou de ser repassado à Prefeitura para pagamento da empresa que faz a manutenção no local.

Também, no governo passado, ocorreram problemas relativos às documentações internas que comprovavam a aplicação dos recursos. O caso foi, na gestão passada, gerou, inclusive, uma ação judicial.

A atual administração, desde janeiro, vem buscando ajudar na solução desse impasse. Na última quinta-feira (27), inclusive, foi feita uma audiência de conciliação e o DNIT, entre 10 e 15 dias, deve depositar a quantia de R$ 247.493,25 à Prefeitura para acertar notas pendentes do exercício passado. Com isso, por conta da construção dessa solução, estaremos retomando a manutenção do plantio.

O convênio segue até 17 de dezembro. Já foi aplicada toda a contrapartida do município que é de R$ 21.521,15 para honrar o contrato com a empresa no atraso do repasse.

Durante esse período, o Daae (Departamento Autônomo de Água e Esgoto) fez reparações e manutenções básicas no local a fim de garantir segurança (evitar qualquer risco de incêndio).

Com relação aos viveiros, a manutenção deixou de ser realizada em janeiro de 2016. Quando a atual administração assumiu, a situação já estava bastante crítica, sem condições de reativação. O Daae se propõe a construir um novo viveiro, mas, de acordo com análises técnicas, em outro local.

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