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Sem captação de recursos fica inviabilizada Copa 2014

Ontem a diretora presidente da Morada do Sol Turismo e Eventos S/A, Eneida Miranda Toledo, comentou sobre as necessidades para viabilizar a Copa 2014 em Araraquara

José A.C. Silva

A orquestra Bachiana Filarmônica Sesi-SP, sob a regência do maestro João Carlos Martins, que se apresentou no último dia 25 de agosto, agradou extremamente aos araraquarenses. Todos que compareceram ao evento estavam bem trajados, mas infelizmente muitos sapatos novos, principalmente das mulheres, foram agredidos por pedriscos por falta de asfalto no setor do estacionamento. Ainda sem falar da demora para retirar menos de 500 carros do local – cerca de 40 minutos para sair do complexo.

Eneida Miranda Toledo, que preside a Morada do Sol S/A, explica que há muito que se fazer para que o local seja palco de uma Copa do Mundo, como sub-sede. “O comitê organizador exige uma série de requisitos, precisando de recursos financeiros da ordem de R$ 16 milhões. Por ser uma S/A, empresa de economia mista, os órgãos governamentais não podem injetar dinheiro, obrigando gerar recursos de outra forma”, disse Eneida. Hoje seria necessária a captação de recursos via debêntures, precisamos negociar títulos no mercado financeiro, o que foi rejeitado pelos vereadores. “Estamos praticamente engessados”, declarou.

“Os vereadores acham que tudo está pronto, mas na verdade temos que fazer estacionamentos, colocar piso nos barracões, arrumar o teto e pintar. Na última Facira foram constatados enormes estragos nos tetos dos pavilhões, alguns setores ficaram alagados. Não podemos locar as coisas de qualquer maneira. Para se ter uma ideia, é preciso fazer um acesso ao estádio e colocar cancelas de primeira geração. Outro requisito que não fica barato é a colocação de proteção de acrílico nas arquibancadas”, comentou a diretora.

Segundo levantamentos, uma seleção de um país sem grande expressão futebolística traz 400 jornalistas, fora familiares. Já as grandes seleções em torno de 1.200 jornalistas sem também contar familiares. “Temos que construir um centro de convivência e uma enorme sala para coletivas de imprensa”, finalizou Eneida.

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