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Saúde não acompanha crescimento dos bairros Vale do Sol e Águas do Paiol

População cobra construção de novopostinho, pois demanda está cada vez maior

PSF do Vale do Sol e Paiol: divisão territorial está no limite

Olho

Comunidade cobra implantação de mais um PSF no Paiol e a contratação de funcionários

Da redação

A redação do jornal O Imparcial recebeu a reclamação de que foi prometida a construção de um novo postinho no bairro Águas do Paiol e queo Governo se prontificou em fazer para desafogar a grande demanda do PSF do Vale do Sol, que atualmente trabalha com três equipes, sendo que uma delas, a 2 é uma das mais defasadas.
A situação parece que vai piorar ainda mais,principalmente, por conta da transferência da médica dessa equipe 2 para o posto do Jardim Santa Lúcia. A profissional deverá ficar até o carnaval, embora tenham informado à equipe que posteriormente ao carnaval irão contratar outro médico. “A equipe 2 está sem a enfermeira padrão, duas técnicas e sem agentes comunitários de saúde que são aqueles que passam de casa em casa”.
Segundo a reclamante, a equipe está muito defasada e ela acredita que se não houver novas contratações a situação tende a piorar. “Acredito que se até junho a prefeituranão contratar mais funcionários não contrata mais”, diz acrescentando que isso vem sobrecarregando uma das enfermeiras que tem que se desdobrar para atender as diversas demandas do posto, como atender balcão, fazer triagem, ver documentação, entre outras atividades. “Sei que muitas vezes falta até papel sulfite. Esse problema de defasagemvem se arrastando desde o governo anterior, algumas das situações envolvem a aposentadoria de alguns ou até mesmo o afastamento por conta de cirurgias. Questões que sobrecarregam e fazem com que gere muitas reclamações da população,pois a defasagem de funcionários acaba prejudicando toda a rotina do local”.
As consultas estão sendo agendadas, mas não há certeza de que haverá médico

Territórios

A reclamante explica que o PSF é dividido por Territórios:equipe 1,2e 3, e no máximo, cada equipe, em tese, pode contabilizar 4 mil famílias, mas esse número já extrapolou. “ Estão sendo construídas mais de 1500 casas, e se somarmos as casas e apartamentos do Lupo vai acabar inchando ainda mais essa demanda que é ampla”.
Para sanar esse problema uma casa teria sido locada para abrigar um PSF provisório até a construção de um outro, mas o imóvel ficou fechado por seis meses. “A reforma não demandou e foi entregue ao proprietário e a população novamente ficou a ver navios. Precisamos de uma solução, pois a Saúde não está acompanhando o crescimento do Paiol e do Vale do Sol”.

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