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Para vereadores, tratamento de dependentes químicos não surte efeito

Parlamentares defendem leis mais austeras para os viciados que roubam e matam, e também um combate intenso contra o tráfico

José A.C. Silva

O presidente do Conselho Municipal Antidrogas de Araraquara, Marcio Servino, foi convidado pelo vereador Elias Chediek para estar na Câmara Municipal de Araraquara, explanando sobre os últimos dados levantados sobre usuários de drogas na cidade. O ambiente não estava dos melhores, os vereadores estavam exatamente naquela sessão concluindo o aumento do salário para 2013. Servino explicou os índices de cada casa de recuperação e também a desistência do tratamento pelos dependentes. “Hoje o investimento em saúde pública voltada para o tratamento de dependentes é baixo, o que dificulta tanto as ações preventivas como internações”, disse Servino.

Para os vereadores que fizeram uso da palavra, o tratamento de viciados em crack não surte efeito, acham que tem quer ter leis mais austeras para os viciados que roubam e matam, e também um combate intenso contra o tráfico. “O município tem gasto um dinheirão com internações, de todos que foram encaminhados nenhum se recuperou, é o mesmo que enxugar gelo”, disse o vereador José Carlos Porsani.

O presidente do conselho no combate as drogas rebateu. “A cerveja e o vinho são datados desde a época de Moisés, mas o que assisti na Virada Cultural me deixou triste, bebidas destiladas comercializadas nas imediações do evento. No local tinha crianças, idosos e adolescentes, o que falta também são políticas públicas e uma maior fiscalização por parte das autoridades”, finalizou Servino.

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