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Pacientes enfrentam risco para chegar a UPA de ônibus

Pessoas debilitadas e que precisam de ônibus para se deslocar até a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) Central, via linha Biagioni – UPA, ainda têm que percorrer cerca de 150 metros a pé, em um trecho íngreme e sem calçada. Em busca de uma solução para o problema, o vereador Zé Luiz – Zé Macaco (PPS) […]

Pacientes enfrentam risco para chegar a UPA de ônibus

Pessoas debilitadas e que precisam de ônibus para se deslocar até a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) Central, via linha Biagioni – UPA, ainda têm que percorrer cerca de 150 metros a pé, em um trecho íngreme e sem calçada. Em busca de uma solução para o problema, o vereador Zé Luiz – Zé Macaco (PPS) esteve no local nesta quinta-feira (25), acompanhado do coordenador de Mobilidade Urbana, Nilson Carneiro, e do gerente de Obras e Serviços de Trânsito e Transportes, Gerhard Schneider Júnior.

“Esta situação não pode continuar. É preciso mudar o itinerário, fazendo com que os ônibus entrem na UPA e saiam pela Via Expressa”, cobrou o parlamentar, que fará uma indicação ao Executivo solicitando providências. Carneiro se comprometeu a estudar a possibilidade: “Vamos contar o número de desembarques que ocorre diariamente e também testar, com um ônibus da Prefeitura, se é possível fazer a conversão de saída, pois o trecho é estreito.”

Sofrimento

A gerente de um posto de gasolina próximo do local, Roberta Rodrigues, já perdeu a conta de quantas vezes precisou abandonar o posto de trabalho e transportar, no seu próprio carro, pacientes que desembarcaram no ponto, debilitados, sem condições de percorrer o trajeto até a unidade de atendimento. “Eu já tive que socorrer um senhor com início de infarto. Se ele tivesse subido a rampa, poderia até ter morrido”, lembrou.

Moradora do Jardim Universal, a estudante Marcelle dos Santos Daragon reclama do descaso público. À espera de uma cirurgia para troca de prótese do seu joelho, ela frequenta a UPA com frequência e desabafa: “É um trecho curto, mas difícil de percorrer para quem está com algum problema de saúde. Fora o risco de atropelamento, porque os carros entram, muitas vezes, em alta velocidade.”

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