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Memória do Ácido



A contracultura e as drogas fazem parte do filme documentário da vida de Eduardo Schwartzmann que terá sua mostra, hoje, em Araraquara

Memória do Ácido

José A C Silva

O araraquarense Eduardo Schwartzmann, o Cocó, esteve ontem na redação d´O Imparcial acompanhado de Adriana Medina, comentando um pouco sobre o documentário que retrata parte da sua vida como dependente químico. “Estou há mais de 20 anos sem usar drogas e, isto, sem arrependimento. Adquiri experiência na área, trabalhando como conselheiro e no desenvolvimento de novas grades na ajuda de dependentes químicos e alcoólicos”, disse Schwartzmann.

O Marcelo Machado, também araraquarense, dirigiu “Memória do Ácido”, é um cineasta que tem em seu currículo filmes, documentários famosos e alguns em parceria com Fernando Meirelles.

A Dra. Regina Favre também participa do Memória do Ácido. Ela é filósofa, terapeuta, educadora e pesquisadora autossustentada. Formada em Filosofia pela PUC-SP em 1965. Geração Tropicália. Participante ativa e sobrevivente da mutação social ocorrida na vida “dessas pessoas na sala de jantar”. Desde 2002 trabalha com o Laboratório do Processo Formativo – criado por ela – onde tem as atividades de clinicar, ensinar, pesquisar e produzir métodos e conceitos.

Cocó, que fez parte da geração psicodélica, vai expor seus quadros que contam com fragmentos lisérgicos e da contracultura. “Fui por 30 anos usuário de drogas no tempo que contava nos dedos os números de viciados em Araraquara, nesta trajetória me deparei com muitas pessoas e muitas histórias que não deu para inserir no documentário. Quem sabe sai o segundo”, finalizou.

O documentário será exibido primeiramente para profissionais da área de dependência química e alcoólica.

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