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Governo tenta concluir 143 mil processos engavetados e não consegue

Existem 143 mil investigações que estavam paradas, 20% dos inquéritos abertos antes de 2007 estão parados

José A.C. Silva

Meta de mutirão do governo, justiça e Ministério Publico era concluir 143 mil investigações que estavam paradas, 20% dos inquéritos abertos de 2007 para trás foram concluídos, na maioria sem apontar autor do crime somente 3% dos inquéritos acham o autor. Em Araraquara, temos o caso de Suzana Petlik, assassinada cruelmente em 13de fevereiro de 1994, também o da dentista Alda Braga Botelho Maglio, morta em 17 de abril de 2003 no consultório, ambos sem solução. Depois de 2007, temos o caso do sindicalista Flávio César Barreto e esposa que foram assassinados na frente das filhas – em 21 de novembro de 2008 – e outros como o caso de um jovem assassinado e queimado dentro do carro. O mutirão lançado para que a Polícia Civis do país retomassem investigações de homicídios ou tentativa de homicídio , casos que estavam abandonados não obteve êxito prático. O número de arquivamento em todo Brasil só não foi maior porque 69 mil inquéritos que a polícia queria arquivar – foram mandados de volta às delegacias. O Ministério Público, alegou que as investigações eram superficiais e que poderiam ser aprofundadas para que vários casos fossem solucionados – parecendo que as investigações não queriam incriminar os culpados- 96% dos inquéritos ocorreu via arquivamento, ou seja, ninguém será punido principalmente no Rio de Janeiro. Os estados que menos tem arquivamento de inquéritos são: Sergipe 112, Goiás 151 São Paulo 397, já o que têm o maior número de arquivamento e Estado do Rio de Janeiro 11.408 casos.

A polícia prende o judiciário solta

Recentemente o Brasil assistiu a revolta das policias, reivindicando aumento salarial e a aprovação da PEC-300, segundo eles ganham pouco e colocam diariamente a vida em risco. A reclamação da maioria dos policiais é que a polícia prende e o judiciário solta, estando os bandidos cada vez melhor armados.

Presídios lotados

O editorial da Folha de São Paulo de ontem mostra como se encontra o sistema prisional do país -nada mais parecido com enxugar gelo do que enfrentar o problema da superlotação de prisões no Brasil. No Estado de São Paulo, por exemplo, há 15 presídios em construção, mas seriam necessários erguer outros 93 para dar cabo do déficit de mais de 83 mil vagas. As 93 prisões custariam ao contribuinte paulista R$3,4 milhões, recurso que obviamente não está disponível. Isso para não falar da dificuldade de encontrar cidades dispostas a abrigar unidades prisionais.

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