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Encontro de baterias da o grito de Carnaval

Encontro de baterias da o grito de Carnaval

Há dois anos não temos desfile de escolas de samba na cidade e, em 2019, os carnavalescos pretendem sair sem apoio da prefeitura

Suze Timpani

Em entrevista ao O Imparcial, Adriano Crespo, presidente do Grêmio Recreativo Escola de Samba Mancha Verde de Araraquara, disse que pretende dar o grito de carnaval com o primeiro encontro de baterias. A festa será realizada na quadra da escola de samba localizada na Rua José Luís Torquato, 246, no Jardim Cruzeiro do Sul, no próximo sábado (22) à partir das 19h, com entrada gratuita ao público.
O encontro contará com cinco baterias. A Mancha Verde vem com a Puro Balanço, Franca com Ases do Ritmo, Bauru com União da Zona Leste, além das baterias universitárias da Medicina Batuca Téia e Fúria Capilar da Unesp.
O intuito desse encontro, segundo Adriano, é retomar o carnaval na cidade, já que a prefeitura não fará a festa em 2019, pois está processando as escolas de samba, através da Fundart desde 2016, por não ter aceito a prestação de contas das escolas que, embora tenham todas as notas fiscais, mas não dispõe das transações bancárias que eles exigem. Pois, quando a lei foi sancionada sobre as transações bancárias, as escolas já haviam pago suas contas e não havia ainda essa necessidade.

Para o presidente da Mancha, caso a prefeitura não aceite a prestação de contas feita por eles e pelo Quilombola, eles vão sair para o desfile de Momos por conta própria. “Já temos todas as fantasias e pessoal. Pedimos também apoio da sociedade e de empresários que queiram salvar o samba na cidade, é só nos procurar que serão todos bem vindos”, afirmou o presidente.
Para Adriano, quem faz o carnaval é o povo, e esse encontro de baterias será só o começo da festa. Eles se preparam para o carnaval com trio elétrico pelas ruas, farão também concurso para Rei Momo e o desfile das escolas de samba. “A prefeitura vai ficar com o Maracatu deles”.
O carnavalesco diz que faz dois anos que não temos essa festa que está no sangue. “Temos que fazer, não temos incentivo algum da prefeitura, nem mesmo um palco que foi pedido, não foram atendidos”, finalizou.
A Mancha Verde convidada a todos para o esquenta, que começa com o encontro de baterias, para então formular eventos para que no Carnaval saia a contento.

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