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Em meio a crise, Araraquara registra maior saldo de contratações dos últimos 5 anos

Das 746 vagas de trabalho criadas entre janeiro e março, 625 foram ocupadas por homens e 121 por mulheres

Em meio a crise, Araraquara registra maior saldo de contratações dos últimos 5 anos

O mercado de trabalho formal de Araraquara encerrou o primeiro trimestre de 2019 com o maior saldo de contratações dos últimos cinco anos. De acordo com levantamento realizado pelo Núcleo de Economia do Sincomercio Araraquara, com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), foram 7.751 contratados e 7.005 desligados, resultando em um saldo final positivo de 746 postos de trabalho criados. O resultado do município está em consonância com o cenário nacional, que abriu 164.256 novas vagas no mesmo período.

De acordo com dados oficiais, todos os cinco setores econômicos apresentaram melhora no nível de emprego na comparação trimestral entre 2019 e 2018. O maior número de contratações líquidas ocorreu no setor de serviços, com a abertura de 358 contratos de trabalho, seguido pela construção civil (305) e indústria (292). Em contrapartida, os setores de serviços e agropecuária encerraram o período com saldo negativo e fechamento de 144 e 65 vagas, respectivamente.

A pesquisa revelou ainda grande disparidade entre número de admissões de homens e mulheres. Das 746 novas vagas, 625 foram ocupadas por trabalhadores do sexo masculino, 83,8% do total. Os setores que mais incorporaram essa parcela da mão-de-obra foram o da construção civil (297), indústria de transformação (254) e o setor de serviços (141). Em contrapartida, três setores encerraram o trimestre com saldo negativo de contratações masculinas: a agropecuária dispensou 61 trabalhadores, a administração pública, 21 e os serviços industriais de utilidade pública, 1.

Já em relação a parcela feminina empregada, houve saldo de 121 contratações durante os três primeiros meses de 2019, 16,2% do total de admitidos. Desse total, 269 foram incorporadas pelo setor de serviços, 39 pela indústria de transformação e 8 pela construção civil. Por outro lado, o comércio encerrou os vínculos empregatícios de 159 mulheres, a administração pública, 31, agropecuária, -4 e os serviços industriais de utilidade pública -1.

O balanço final desse primeiro trimestre é considerado positivo segundo a análise do Núcleo de Economia do Sincomercio. As expectativas para o ano direcionam a uma continuidade dos saldos positivos, porém, como visto nos dados acima, alguns setores ainda precisam ser analisados mais cuidadosamente por não estarem conseguindo atingir uma recuperação tão
sólida.

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