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Daae esclarece que pá carregadeira é para uso da autarquia

O equipamento era disponibilizado para a Cooperativa Acácia quando não atrapalhava o serviço do Daae no lixão

Célia Pires
O jornal o Imparcial publicou no último domingo a matéria intitulada ‘Cooperativa Acácia terá que pagar 15 mil por utilização de equipamento’.
A matéria dizia que a cooperativa utilizava uma pá carregadeira que facilitava o serviço na separação do lixo, pois são centenas de toneladas diárias.
A reportagem também trazia a informação de que o Daae queria cobrar R$ 15 mil reais de aluguel pelo equipamento e a que a cooperativa não tem condições de pagar.
Nossa reportagem procurou o Daae para um esclarecimento e falou com o superintendente da autarquia, Guilherme Ferreira Soares, Guilherme mostrou alguns ofícios enviados à Cooperativa Acácia.” No dia 3 de dezembro oficializamos que deixaríamos o mês inteiro de dezembro para usarem a máquina e que a partir do dia 1º de fevereiro não poderíamos mais deixar a máquina lá na Cooperativa”.
Ele explica que a pá carregadeira facilitava o serviço dos catadores trazendo o lixo mais próximo a ele, mas que a mesma pá carregadeira é utilizada também no lixão da prefeitura, cujo volume é inúmeras vezes maior que o da Acácia. “Não temos equipamento para fornecer para Acácia, mesmo porque trabalhamos em lados opostos e todo material que chega da cidade só tem uma máquina para ficar arrumando e ajeitando, mas eventualmente quando estiver disponível e não atrapalhar o serviço do Daae, essa máquina poderá ajudar a Acácia, embora não tenhamos nenhuma obrigação”, lembrando que têm um contrato com a cooperativa e que isso não é brincadeira. “Não é porque é uma cooperativa que o mesmo não tem que ser cumprido. O Daae também vai exaurindo as coisas. Por exemplo, eu sempre ínsito, na questão da coleta da rua onde ultimamente metade do que está sendo coletado está voltando para o lixo, então peço para trazerem menos material ruim da rua para não amontoar tanto, mas não tem problema nenhum, pois virou um negócio muito grande em função de uma situação de serviço. Mas nós não temos equipamento e o maquinário tem que fazer o serviço do Daae e se deixarmos de fazer o do Daae para fazer o da Acácia vai sobrar problema”.
Guilherme também não faz idéia de onde surgiu essa informação de se locar a pá carregadeira para a cooperativa pelo valor de R$ 15 mil reais.”O que havia era uma máquina alugada pelo Daae para fazer todos os serviços da autarquia, mas o contrato acabou e não pudemos renová-lo.Não temos máquina para alugar”.
O superintendente ainda ressalta que Daae paga quase 150 mil reais para a cooperativa, INSS e tudo o que consta do contrato e não tem que fazer nada fora do contrato, mesmo porque é uma autarquia. “Sempre ajudamos muito a Cooperativa e vamos continuar ajudando no que pudermos”.

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