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Conferência Municipal de Saúde aprova 55 propostas

Segundo a secretária de Saúde, Eliana Honain, o número representa 95% das propostas elencadas pela população nas cinco pré-conferências realizadas nos bairros de Araraquara e na zona rural. A conferência teve como tema “Nenhum direito a menos. Em defesa do SUS!”. No evento de abertura, o prefeito Edinho destacou a importância da participação popular na […]

A XI Conferência Municipal de Saúde de Araraquara, realizada no auditório da Unip (Universidade Paulista) na sexta-feira (11) e no sábado (12), aprovou 55 propostas de melhorias na Saúde. As sugestões se referem a ampliação de serviços, construções de novas unidades, investimentos, entre outros pedidos.

Segundo a secretária de Saúde, Eliana Honain, o número representa 95% das propostas elencadas pela população nas cinco pré-conferências realizadas nos bairros de Araraquara e na zona rural.

“Foi um debate de qualidade muito boa, com muita participação de usuários da Saúde. Foi uma conferência tranquila e proveitosa”, diz a secretária.

Agora, as propostas aprovadas pela plenária irão formar o Plano Municipal de Saúde, que será apresentado ao Conselho Municipal de Saúde e enviado à Câmara Municipal para votação.

Em defesa do SUS

A conferência teve como tema “Nenhum direito a menos. Em defesa do SUS!”. No evento de abertura, o prefeito Edinho destacou a importância da participação popular na construção das políticas públicas do setor.

“Os principais problemas da Saúde estarão na conferência, sendo que as soluções serão construídas coletivamente. Que propostas importantes sejam articuladas, melhorando a vida de quem mais precisa”, afirmou Edinho.

O presidente do Conselho Municipal de Saúde, Izaías Ambrósio da Silva, afirmou que foi a primeira vez que Araraquara levou à população a possibilidade de criação de propostas para os quatro anos de governo. “É muito importante a participação social. Com um conselho atuante, quem vai ganhar somos nós, usuários do SUS”, declarou.

A deputada estadual Márcia Lia (PT) destacou que a Prefeitura está gastando 34% do orçamento na Saúde, bem acima do valor mínimo exigido (15%). Segundo a deputada, o teto de gastos imposto pelo Governo Federal irá prejudicar muito os municípios. “Os prefeitos terão limitação nos gastos com Saúde e Educação. Vamos caminhar para o retrocesso”, disse.

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