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Cerca de 200 servidores municipais participam de passeata no Centro

Em parte da carta o sindicato se faz de vítima dizendo: “Vamos à verdade já não nos é dado o direito à voz nos veículos de comunicação”

Passeata dos servidores municipais ontem em frente à Câmara Municipal, ostentando cartazes criticando prefeito e imprensaJosé AC Silva

Ontem o SISMAR liderou passeata dos servidores pelo centro da cidade, distribuindo carta de esclarecimento à população, usando das mesmas ladainhas, falando mal do prefeito e dos veículos de comunicação, parando os manifestantes defronte à Câmara, criticando também os vereadores. Em parte da carta o sindicato se faz de vítima dizendo: “Vamos à verdade já não nos é dado o direito à voz nos veículos de comunicação”. Sendo pura patifaria, na praça Pedro de Toledo, generalizaram que toda mídia estava fazendo o jogo da Prefeitura, no dia seguinte em frente à Prefeitura falaram que o jornal O Imparcial tinha mudado de lado. Vamos tentar decifrar o enigma, como pode um órgão de comunicação estar contra e voltar-se contra eles? Ninguém está entendendo a postura dos sindicalistas nesta greve. Primeiramente, construíram uma proposta em conjunto com a Prefeitura, depois rejeitaram e iniciaram a greve. A Prefeitura diz que apesar de ter chegado no limite da lei de responsabilidade fiscal, ainda concedeu mais algumas coisas que os vereadores votaram.

Ontem esteve na redação do jornal, o Dr. Ricardo Santos, do departamento jurídico da Prefeitura, que falou que o SISMAR não está cumprindo o que foi determinado pelo TRT, os 40% não estão sendo cumpridos.

Ontem fiscais do TRT estiveram na cidade sendo constatada por setores de cargo a falta dos servidores além do estabelecido, sendo que o posto de saúde do Paulistano está fechado desde o início da greve. Segundo o departamento da Prefeitura não dá para entender o sindicato, anteriormente foram contra os 6,1%, querendo 6,3%, sendo que protocolaram na prefeitura no dia 23 de maio de 2011, ofício que não pedem os ditos 6,3%, alegando somente outros itens. Para os advogados fica difícil entender o que o sindicato quer, as 6 faltas não serão descontadas dos funcionários, sendo que o prefeito estaria dando um prêmio para quem não faltasse e para àqueles que cometessem 3 faltas receberiam metade do prêmio. Verdade seja dita, nunca na história da Prefeitura apareceram tantos atestados médicos, tendo a Prefeitura que contratar mais funcionários, complicando cada vez mais seu caixa.

O reajuste aprovado pela Câmara foi de 6,1%, totalizando11,31% com os repassados em março, mais R$ 450,00 da bonificação assiduidade e no ticket 6,1%, que já foi dado no último pagamento. O jurídico da prefeitura disse que possivelmente hoje o Tribunal Regional do Trabalho de Campinas dará o julgamento da greve, informando também que a Prefeitura está estudando a redução de jornada de trabalho, ainda não descartando a proposta.

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