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Bosque do Botânico assusta mulheres

Da redação

Algumas pessoas que costumam caminhar pelo Bosque do Botânico entraram em contato com a redação do O Imparcial, pedindo para que a reportagem fosse fazer uma caminhada no local e conferir a falta de segurança com qual eles tem que conviver rotineiramente, caso queiram fazer exercícios. A reportagem foi ao local e pode apurar que em algumas partes do Parque, não há condições para que as mulheres caminhem com tranquilidade.
Para a analista administrativa Elaine Penteado Catalani, caminhar nos finais de tarde já não é mais uma boa ideia. “Com o tamanho desse mato se alguém aparece e te carrega para dentro, ninguém se quer vai ver. E como já está escurecendo mais cedo, as pessoas estão deixando de vir aqui. Nós queremos que a limpeza seja feita para que não aconteça o que aconteceu há 2 anos, onde uma empresária foi morta. Porque depois que acontece, não adianta colocar ronda da GCM, hoje já não vemos sequer a Guarda Municipal por aqui”, reclamou.
Para a manicure Adriana Jovino, o lugar está ficando cada dia mais perigoso. “É hora das autoridades tomarem as providências necessárias para que tenhamos o mínimo de segurança, caso contrário, vai virar um lugar abandonado”, destacou a manicure.
Elaine diz também que devido às altas taxas de IPTU, ela exige que o poder público cuide do patrimônio, para que a população possa desfrutar de alguma coisa. “Só pagar e não ter retorno, não dá. O valor do IPTU da minha chácara no Parque Planalto teve aumento de 300% este ano e não vejo onde esse dinheiro está sendo usado pela prefeitura”.

Para que serve o IPTU?

Se o interesse é saber quais as melhorias urbanas vinculadas diretamente à arrecadação deste imposto, a resposta pode ser: serve para nada. Sob ponto de vista da legislação, o IPTU, como os demais impostos, serve para custear a máquina pública. Quer dizer: todos os impostos, inclusive o IPTU formam uma caixa única, e são direcionados percentualmente para cada um dos setores da administração pública, conforme prevê a legislação tributária.

Por isso, quando alguém reclama, por exemplo, que paga IPTU e a rua onde mora está esburacada, direciona mal a reclamação.

 

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