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Giulli

Este é o primeiro romance do autor Lourival Larini, que já publicou várias obras sobre toxicologia


Da redação

Giulli’, que sai pela Editora Scortecci, é o mais recente livro de Lourival Larini, que com sensibilidade e simplicidade narra a história sobre um drama que todos nós vivemos ou poderemos viver no decorrer da nossa existência, pois adoecer faz parte da vida, é inexorável. Entretanto, cabe a cada um escolher como enfrentar com dignidade os transtornos psíquicos e físicos que ocorrem, em maior ou menor grau, em qualquer tipo de doença ou enfermidade.
Larini é natural de Cerqueira César (SP) e reside em Araraquara desde 1960, onde realizou seus estudos universitários e exerceu suas atividades profissionais, como Professor Titular na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da UNESP, na área de Toxicologia. Como docente, priorizou os seus escritos na área de sua especialidade, sendo de sua autoria os livros Toxicologia dos Inseticidas; Toxicologia; Toxicologia dos Praguicidas e Fármacos & Medicamentos e, também, publicações diversas em parceria com outros autores. Entretanto, sempre sonhou em escrever histórias do cotidiano e, quando arranjou coragem, juntou os apontamentos colecionados durante o tempo e pôs no papel este seu primeiro romance, que narra o relacionamento entre duas pessoas, que conseguem o encantamento do amor verdadeiro, pela submissão completa na honestidade de suas premissas.

Trecho da obra

“Meu Deus! Meu Deus! Por que isso? Quando perdi meu esposo aceitei o fato de que ele fora imprudente e responsável pelo acidente que ocorrera, naquela ultrapassagem perigosa. Éramos muito jovens, recém-casados, sofri muito; perdi a parte inferior de minha perna esquerda, fiquei aleijada. Renunciei a graça da maternidade por que queria que meu bebê fosse abraçado e educado por um pai presente desde os seus primeiros dias de vida.
O tempo foi passando e resignada aceitei o meu destino: a tia Giulli, viúva e infeliz, até que, dezesseis anos depois, o Mazzi surgiu inesperadamente, na praia de Pitangueiras, no Guarujá, e quando me beijou pela primeira vez tive a certeza que havia recuperado a graça de amar e de ser amada, a alegria de viver. Feliz, agradeci ao Senhor porque colocou diante de mim um homem maravilhoso, como toda mulher gostaria de ter. Meu Deus, eu sou uma mulher feliz; deixa-me com vida, ainda alguns anos, eu suplico”.

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