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Arte em foco

A história de superação do fotógrafo Cláudio Lara Ruiz 

José A C Silva

Cláudio Lara Ruiz nasceu 1966 em Araraquara e pegou gosto pela fotografia aos 25 anos. Lara é um exemplo de superação. Aos 13 anos sofreu um acidente em que teve um olho atingido por tiro de uma espingarda de chumbo. Escolheu o fotojornalismo como profissão, onde os olhos são de estrema importância. Seupai, Manuel Ruiz Carrilhio (falecido) tinha um câmera Olympus Trip 35 mm e, ainda criança, Cláudio fazia algumas fotos como amador.
Já na fase adulta, foi estudar fotografia com Leonardo Luz e aprendeu também técnicas de laboratório, primando pela foto em preto e branco, o que o levou a ter como primeiro emprego o jornal O Diário.
Trabalhou n´O Imparcial, onde substituiu o fotógrafo e jornalista Mario Zampieri (em memória), que havia tirado férias. Fez freelance na Folha de São Paulo, Estadão, Folha da Tarde, Veja e ISTOÉ. Manteve a coluna Livre Pedalar – neste jornal – enfocando grandes nomes como Anésio Argenton, Adalpho Fecchio e Rubens Paúra.
Ele lembra de uma reportagem que foi fazer no Jumbo Eletro, colocando uma bola na mão de uma criança. “Quando peguei a bola e pedi para que a criança a segurasse, ela ficou extremamente alegre, fiz a foto e tirei a bola da mão do menino, colocando de volta no lugar. A criança se entristeceu, pois pensou que havia dado a bola para ela”, conta.
O acervo do fotógrafo é grande, sobrando para tirar a poeira para sua mãe Dona Rosa Lara Ruiz, que tem como outro pesadelo o laboratório fotográfico do filho. Cláudio continua revelando fotos em preto e branco, fala com orgulho do seu ampliador Fuji cabeça branca, dos rolos de filmes e do processo químico. Agora ele está buscando locais para expor suas fotos, principalmente eventos que serão realizados em Araraquara, como o Salão da Fotografia, onde cada fotografo expõe três trabalhos no Palacete das Rosas Paulo de Arruda Corrêa da Silva.

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