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A primeira não se esquece



Rock in Rio aconteceu em setembro. Jovem araraquarense conta como é estar lá


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Célia Pires

No mês de setembro ocorreu aquele que é considerado para os roqueiros de plantão, o maior espetáculo da terra: o Rock in Rio.
A jovem araraquarense Nicole Guimarães foi ao evento pela primeira vez e conta que nunca teve muitas oportunidades de ir em shows de bandas grandes, que aliás gosta muito, muito menos ir ao Rio de Janeiro. Tudo foi muito novo e emocionante para elas que nunca havia entrado em um avião e ao menos visto o mar, pois até onde sabe, da última vez que seus pais a levaram à praia, ainda era um bebê.

“Não conhecia o Rio de Janeiro. Cheguei lá super feliz e receosa, justamente por nunca ter ido lá, pois a única idéia que eu tinha era a do Rio de Janeiro violento, além de lindo. Realmente lá é maravilhoso! No entanto, o contraste das diferenças sociais são gritantes, de um lado a praia de Copacabana e, noutro, a favela”, conta.
Nicole ressalta que surpreendeu com o povo de lá. “É uma gente acolhedora e simpática, nunca fui tão bem tratada. Me surpreendi!”.


O mar

A jovem conta que teve a oportunidade de ir visitar a praia de Copacabana e finalmente conhecer o mar. “Foi por sinal foi uma das coisas mais belas que eu já vi! Fomos ao Rock in Rio no domingo (22/09) e conseguimos entrar dentro da cidade do rock por volta das 15h30. O local é lindo e enorme, tão grande que mesmo que hajam uma média de 100 mil pessoas lá dentro, não parece! Ainda há espaço pra correr bastante”, ri.

Quanto ao que poderia levar para a cidade do rock, ela diz que puderam levar comida e algo pra beber. “Não proibiram ninguém em relação a isso, apenas colocaram algumas restrições, como, por exemplo, latinhas, frutas, que só podiam se estivessem picadas, máquinas fotográficas profissionais e, garrafas plásticas, também não eram permitidas. Porém, no momento da entrada, as pessoas que estavam com garrafas apenas tiveram que tirar a tampa e entrar com a garrafa aberta. Em relação a segurança, achei bem tranquilo. O local é bem organizado e, não vi nenhuma briga violenta ou coisas do gênero, talvez houvessem ocorrido uma coisa ou outra, normal quando o evento é muito grande, porém, não presenciei nada, foi bem tranquilo”.
A estudante de Direito afirma que não conseguiu caminhar pelo lugar todo porque lá é realmente enorme, mas por onde foi conseguiu avistar dois pontos de atendimentos em caso de emergência. “Fui até a Rock Street, uma cidadezinha linda que eles tem lá dentro. Há lojas e tudo mais. É lindo e as casinhas parecem de outro País. Quanto a comida lá dentro, era bem cara! Um copinho de água daqueles lacrados custava cinco reais, salvo engano, e o chopp era dez”.
Ela conta que foram no dia 22 de setembro, principalmente para ver Iron Maiden. “Meu namorado é fã deles e eu também gosto muito. Ele já foi em alguns shows. Eu nunca havia ido e tenho apenas uma palavra para definir: sensacional. Tocaram outras bandas também, Avenged Sevenfold, Slayer, Sepultura junto com Zé Ramalho, que também foi muito bom, Krisiun, André Matos, enfim, muitas bandas! Saímos de lá às 3h30 da madrugada, chegamos no hotel às 4h30, tivemos poucas horas para dormir, porque às 6h30 já estávamos de pé para ir à rodoviária. Cheguei em Araraquara apenas às 17 horas da segunda-feira. Foi extremamente cansativo. Tem que ter muita disposição, mas acredite, não é de se arrepender! Em 2015 estarei lá novamente!”, conclui Nicole.

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