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Vem Pra Rua defende corte de impostos e custo menor do Estado



  Vem Pra Rua defende corte de impostos e custo menor do Estado Quase 30% do preço do óleo diesel é composto por impostos federais do governo Michel Temer (MDB) e do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) estadual. O preço da Petrobrás, estatal dilapidada pelos governos anteriores e que a Operação Lava […]

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Vem Pra Rua defende corte de impostos e custo menor do Estado
Quase 30% do preço do óleo diesel é composto por impostos federais do governo Michel Temer (MDB) e do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) estadual. O preço da Petrobrás, estatal dilapidada pelos governos anteriores e que a Operação Lava Jato comprovou ter sofrido um rombo de pelo menos R$ 6 bilhões nas dobradinhas dos governos PT e MDB, compõe outros 55% do custo do combustível dos caminhões.

Nesta quinta-feira, completam-se cinco dias da paralisação de um setor que alega a impossibilidade de atuação por conta do alto custo do óleo diesel. Soma-se a isso o fato de que nos últimos 50 anos o Brasil privilegiou apenas o transporte rodoviário, não construiu ferrovias, deixando o brasileiro virtualmente refém de uma paralisação do setor de frete.

O Vem Pra Rua lembra que além da corrupção sistêmica na estatal, a Petrobrás também foi destruída pela a armadilha que os próprios governos embarcaram: conter os preços internacionais fixando os valores na moeda nacional. O movimento acredita que, em qualquer setor, é impossível impor preços como instrumento de política econômica.

Os antecessores do atual presidente também quebraram o setor enérgico ao impor tarifas que não se sustentavam. Os caminhoneiros têm razão quanto ao alto custo do combustível e suas consequências em seu dia-a-dia, mas forçar a Petrobrás a diminuir o preço do óleo diesel não é a solução.

Os combustíveis, assim como outros produtos básicos consumidos diariamente pelos brasileiros, são caros porque bancam Estado inflado de privilégios, cargos comissionados e ineficiente nos serviços essenciais para a população.

Não podemos aceitar a resposta do presidente Temer para solucionar o problema de desabastecimento que atinge as cidades, que pretende colocar a faca no pescoço dos pequenos e médios empresários, além dos trabalhadores: reduzir o preço do diesel e onerar 30 setores da economia, arrecadando mais R$ 3 bilhões em taxas.

O Congresso Nacional não deu a devida prioridade às Reformas necessárias e agora o povo brasileiro se vê diante desta situação crítica.

O Vem Pra Rua acredita que é necessário reduzir os impostos, equilibrar o custo do Estado e cortar os privilégios daqueles que ocupam cargos públicos e comissionados nos municípios, estados e União, nos três poderes.

O movimento acredita que a Operação Lava Jato avançou no combate à corrupção, mas para o país se desenvolver também é necessário cortar os privilégios bancados com os impostos que o brasileiro paga.

É importante esclarecer que o Vem Pra Rua não endossa nem aceita pautas defendidas por uma parcela de manifestantes, principalmente e dentre as quais está uma intervenção militar.

O movimento é a favor da Lei, da República e da Democracia.

 

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