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Tudo passa, passa depressa



Artigo por _ Genê Catanozi Quantas coisas ou pessoas passam pela nossa vida e vão embora, e outras permanecem, qualquer semelhança às vezes é pura coincidência ou não. O orgulho e a ganância são em linhas gerais um dos mais destruidores tanto intrinsecamente como extrinsecamente. As mazelas humanas de uns tempos pra cá se tornaram […]

Artigo por _ Genê Catanozi

Quantas coisas ou pessoas passam pela nossa vida e vão embora, e
outras permanecem, qualquer semelhança às vezes é pura coincidência ou
não. O orgulho e a ganância são em linhas gerais um dos mais destruidores
tanto intrinsecamente como extrinsecamente.
As mazelas humanas de uns tempos pra cá se tornaram tão visíveis
que está difícil de identificar como é que viver com valores éticos e
absolutos, deixamos de ser alguém para ser uma ferramenta nas mãos de
alguém que se acha acima do bem e do mal. De alguma forma, sem dúvida
alguma, perdemos no nosso eixo, e o que é pior, estamos nos sentido
maiores abandonados por todos os lados.
A perda do senso reflexivo e da convivência em coletivo claramente
evoluiu para a barbárie.
Estamos mergulhados em uma transe de julgamentos furados e de
total falta de oportunidade para clarear e acionar os mais elementares
valores que uma sociedade justa e plena, sendo assim, a insegurança
instalada por todos os lados faz com que uma sociedade para ser criada de
fato e direito está estupidamente colocada na parede. Os supostos guardiões
se deleitam na obscuridade do poder tacanho e mesquinho, com isso estão
desacelaradamente indo ao oposto da essência.
Como tudo tem um preço, o que vale mais são os pesos das malas
sem alça, infringindo o que há de mais importante e terno: o bem comum.
Sair de uma posição de orgulho e ganância depois de ter conquistado junto
com vários endiabrados é muito difícil, o custo é muito alto, pois a
humildade foi enterrada e sacrificada pelo bel prazer. E nesse caso, nem
Freud conseguiria reverter a maldade dos psicopatas enrustidos.
Alguém disse um dia, nada dura para sempre, mas como as coisas
estão caminhando durar significa perder a inocência e os valores adquiridos
dos antepassados, e tudo está valendo a pena para assegurar para outras
gerações atitudes distorcidas e comportamentos suspeitos.
Toda formação de “panelas” tem uma data para começar e terminar,
não há como fugir dos conflitos entre “gangs”. O preço da ambição é a
aniquilação de todos os sentimentos essenciais para o bom andamento do
ser humano, eliminando as mazelas internas o conteúdo fica sem nada, e
daí tudo vale a pena, e o resto que se dane mesmo.
Nunca foi fácil sobreviver, as dificuldades inerentes da vida passa
tanto pelo alimento como pelo psicológico, mas as artimanhas criadas ao
longo da existência fizeram com que alguns endiabrados conseguissem
enganar primeiro a si mesmos e como consequência deixar o próximo
envolvido pelas suas estratégias de mentiras e “clamour”. Nesse ponto, é
preciso reagir pois, quem gosta de ser enganado o tempo todo.

Infelizmente, as pessoas deixaram de pensar em si mesmas como
forma de evolução usando apenas a porta estreita.
Em todo caso, a história transforma e tenta seguir em frente de todas
as formas possíveis, mas pelo jeito que anda a carruagem a nova geração
está dentro de um rodamoinho sem fim. As tentativas de suicídios
aumentaram assustadoramente, as roubalheiras estão na ordem do dia, as
mentiras estão distorcendo a realidade, e como manadas vamos seguindo
uma suposta liderança em qualquer lugar e espaço.
A desagregação de um país tem consequências muito profundas, e só
o tempo irá dizer. Precisamos ter um olhar de lince para perceber quem é
quem. (Fonte: livro Programa de Qualidade Geral-PQG)
E já que ninguém nasceu de chocadeira o negócio é tentar sair da
zona de conforto e botar a mão na massa.

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