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PERSISTE O MAL DA VIOLÊNCIA

O grande mal de nossos dias se estende à violência desenfreada e que se expande em todos os setores das comunidades e em todo o país, colocando em estado de alerta e de apreensão todas as pessoas, tanto no trabalho como no aconchego do lar.
       Teimam muitos com alegação de que a violência é fruto das más condições de vida em que os envolvidos nesse campo tenham sido criados com parcos recursos de uma educação plena, fazendo com que ela, educação, elimine esse grande mal que vem se sucedendo a cada dia que passa, sem que haja o mínimo de redução para uma vida mais tranqüila para todos que dela necessitam.
       É evidente que as condições sociais têm seu peso, além do que o mundo da crise e da violência é inegável, onde as autoridades por mais eficientes que sejam para a redução  deste campo, não conseguem dominar a contento, diante do grande número que se verifica em todos os quadrantes da Pátria, cada vez mais e com mais intensidade em proporção ao crescimento da população, o que é absolutamente natural.
       Assim, dessa forma, a violência toma dimensão e nem todas as conquistas das últimas décadas e mudanças para garantir melhor proteção a todos que dela necessitam, estando neste contexto e de uma forma abrangente este expediente contra a mulher, porque essa, fisicamente, sempre leva desvantagem quando sofre agressão e outros tipos de situações envolvidas neste campo, há de se registrar com exclusividade o dilema em que se encontra o mundo feminino. 
   Em pleno exercício de 2.018, no Brasil ainda consta um alto número de vítimas, acrescentando a essa situação o fato de que nos últimos dias foram várias situações ocorridas neste campo sofrível da violência, mulheres sendo assassinadas por parceiros ou namorados, deixando uma tragédia irreparável às famílias e não fica somente nessa questão: o medo tomou conta de estudantes e famílias que residem em São Paulo, devido aos casos de violência sexual praticados nas imediações das estações do metrô.
      À vista desse cenário, jovens sendo atacadas em um ambiente que inicialmente deveria inspirar segurança, mas que na prática demonstra que as passageiras estão vulneráveis aos criminosos, aqueles que mais se dedicam a esse tipo de situação criminosa e condenada por toda a sociedade que aspira por um mundo mais fraterno de paz e tranqüilidade, deixa a desejar uma situação mais aceitável e desejável.
     O que vimos na seqüência foram jovens se organizando para circular em grupo ao andar pelas ruas, colégios e faculdades, orientando alunos sobre medidas de segurança, além de pais se dedicando à espera das filhas na saída das aulas, mesmo na condição de adultas, temendo possíveis ataques, à vista de uma situação de difícil solução, mesmo com o empenho das autoridades competentes no combate à violência.
    Logicamente, que a mulher tem o direito de circular pelas cidades, assim como a classe masculina, no sentido de exercer a liberdade de andar com suas vontades e necessidades, no entanto, no país em que vivemos atualmente, as mulheres precisam se defender, além de tomar medidas de segurança e precaução contra ataques, dos quais estão sujeitas a sofrer a todo instante este tipo de violência.
    Para se protegerem em um mundo como esse, as mulheres precisam estar na defesa, adotando medidas que possam protegê-las de possíveis ataques, pois é triste e desanimador constatar que a igualdade ainda é uma condição muito distante, quando se trata do direito que todos têm, mormente a classe feminina, vítima dos ataques que são freqüentes, principalmente aonde se verifica aglomeração de pessoas à espera de ônibus ou metrô na capital paulista.
    O ideal é cobrar dos responsáveis pela segurança medidas que resultem de uma forma eficaz melhor proteção, não somente às mulheres como a todo cidadão e  pais de famílias, quando se encontram no aconchego do lar, às vezes, são surpreendidos por deliqüentes,  praticantes de roubos e assaltos, onde agem fortemente armados sem a mínima chance de defesa por parte daqueles que são atacados.
   Enfim, para que tenhamos um futuro promissor, onde todos possam ter o mínimo de segurança, tornam-se necessárias medidas que dêem respaldo de proteção contra roubos e assaltos, onde o número desse expediente praticado no dia a dia  vai tomando dimensão e cabe ao governo, através do Poder Judiciário, esquemas que possam reduzir este grande mal que se chama violência.
Por_Alessio Canonice – alessio.canonice@bol.com.br

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