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O meio ambiente

O reino da Dinamarca continua firme e forte, os súditos da sua majestade continuam esperando, esperando o quê? Realmente ainda não se sabe, se é que algum dia há de saber. Mas de qualquer forma, as raízes de vários problemas continuam mais firmes do que nunca.E por falar em raízes, também se pode lembrar em […]

Genê Catanozi

O reino da Dinamarca continua firme e forte, os súditos da sua majestade continuam esperando, esperando o quê? Realmente ainda não se sabe, se é que algum dia há de saber. Mas de qualquer forma, as raízes de vários problemas continuam mais firmes do que nunca.
E por falar em raízes, também se pode lembrar em ervas, chá mate, pata de cavalo, casca de ipê roxo e tantas outras folhas, galhos e troncos de árvores que daqui a pouquíssimo tempo deixarão de existir. Mas dentro dessa fornalha a céu aberto, na quietude do dia ou da noite árvores milenares estão indo para o chão numa tacada só. Enquanto se lê este assunto, neste momento uma quantidade enorme de árvores estão sendo cortadas ao bel-prazer, que demoraram em geral mais de cem anos para atingirem a sua maioridade e maturidade. É engano meu, seu e nosso que os cortadores que usam a serra elétrica sejam tão ignorantes assim, por não saberem o mau que estão causando ao planeta.
Independe se é a floresta amazônica ou qualquer outra floresta do mundo, o que se vê é o mesmo que se ouve a tantos e tantos anos, é impossível imaginar, por exemplo, o estado do Mato Grosso contribuir na derrubada e comércio ilegal de árvores. Como se vê, e como se ouve tantos e tantos anos, a história insiste em ser a mesma, mesmo prometendo-se a mudança desejada para todos.
Nunca se desmatou tanto neste país como nestes últimos cinco anos, isso é dito pelo grupo ambientalista Greenpeace, grupo este que tem uma postura ética jamais vista em qualquer outro grupo ambientalista do tamanho de seu porte e estrutura. Em algumas cidades da Amazônia a língua portuguesa já não é mais falada, fala-se de tudo, menos o português. Já que alguns gringos derrubadores de árvores continuam firmes e fortes sugando a madeira brasileira, o que falarmos também desses “brasileiros” que engrossam essa quadrilha toda. O vergonhoso é a impunidade geral e irrestrita, isto sim, é o maior descalabro deste país. Enquanto não se mudarem as leis que beneficiam poucos, enquanto não for cumprida a Constituição da República Federativa do Brasil, ainda teremos de agüentar os desmandos, as cegueiras e etc. A democracia praticada dessa forma está cansando, e o povo está percebendo isso.
Voltemos ao que interessa, o grupo ambientalista Greenpeace montou um esquema de como a madeira da floresta Amazônica é ilegalmente cortada, conforme publicação da Folha de São Paulo de 20/12/2005. O grupo entregou à Polícia Federal de São Paulo uma carga de 29 metros cúbicos de madeira, extraída de Rondônia. O grupo montou toda a operação que trouxe a madeira para São Paulo, como forma de demonstrar os furos no sistema de fiscalização da atividade madeireira. A madeira foi extraída dos municípios de Cujubim e Machadinho D’Oeste. Para esquentar o transporte ilegal, o Greenpeace comprou de um atravessador uma nota fiscal e uma ATPF (Autorização de Transporte de Produto Florestal), documento exigido pelo Ibama. O grupo ambientalista também entregou à Polícia Federal um dossiê sobre o problema. A prova do crime foi entregue, agora com a palavra o Governo Federal .
Quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que o dinheiro não se come. (Greenpeace)
E já que ninguém nasceu de chocadeira o negócio é tentar sair da zona de conforto e botar a mão na massa.

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