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O amor entre namorados

O amor entre namorados

Gabriel Bocorny Guidotti *
O brasileiro lembrará. Em 12 de junho de 2014, iniciava-se a Copa do Mundo em solo nacional. Aquele relacionamento começou com grandes expectativas. Parecia que daria certo. Vontade não faltou. Para a conquista do título, o namoro entre torcida e esquete canarinho levou a seleção mais longe do que sua própria capacidade técnica permitia. Difícil foi arcar com a decepção. Mas basta de falar de futebol. Em 2015, chegou o Dia dos Namorados, agora sem o ingrediente do Mundial.
A data é propícia para casais renovarem seus votos, analisarem o compasso do relacionamento. Relembrarem memórias, os erros e os acertos, onde estão e para onde vão. Há também muita pressão sobre aqueles que ainda não encontraram sua cara-metade. Sem desespero. Basta paciência e fé. E procurar nos locais corretos. Dizem que loucura é fazer sempre o mesmo esperando obter resultados diferentes. Recado dado. Lembre-se: nosso caráter é a previsão de nosso destino.
Olhando diretamente para o rosto de alguém você dirá: “eu te amo”. E ouvirá a resposta: “Eu te amo também”. Essa frase move montanhas, transforma tristeza em sorrisos, dá segurança para firmar o próximo passo. Viver com amor é o segredo do sucesso. O amor entre namorados, bruto por essência, é lapidado ao longo do tempo. Trata-se do momento de conhecer aspectos da vida a dois e de descobrir mais a respeito da própria personalidade. Um crescimento conjunto, portanto.
O sentimento solidifica, cristaliza, nos torna renegados da razão. Vira casamento. Um namoro de sucesso garante frutos à descendência. Unidos pelo matrimônio, indivíduos se expandem. Hoje, os conceitos de família se chocam, se agridem. Creio que o entendimento virá. Eis a ordem natural das coisas. O importante é preservar todas as formas de amor, inclusive entre pessoas do mesmo sexo.
Estar com alguém é sibilar alegria. Falar uma besteira de vez em quando, brigar para crescer. Brigar muito para crescer. O sentimento, entretanto, é errático, não segue um curso definido e nem tem roteiro. O relacionamento se constrói cada dia, em cada afago, em cada sacrifício que se faz para ver o outro feliz. Nesse sentido, o amor é democrático, não faz distinções. Há pessoas riquíssimas que vivem em extrema pobreza. Há indivíduos miseráveis dotados de grandes quantias de dinheiro. Um namoro equilibrado ignora o que se tem e favorece o que se é. Aproveitem o dia, pombinhos.
* Gabriel Bocorny Guidotti. Bacharel em Direito e estudante de Jornalismo.

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