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Me engana que eu não gosto



  Palhaçada e mais palhaçada, contradições para tudo que é lado, a falta de certeza em várias situações atuais estão deixando muita gente sem cabelo e sem sono. Temos que aguentar todo o tipo de malandragem nas mais variadas estâncias. Palavras são jogadas ao vento como jogar um papel higiênico no lixo comum. Endiabrados de […]

Genê Catanozi

 

Palhaçada e mais palhaçada, contradições para tudo que é lado, a
falta de certeza em várias situações atuais estão deixando muita gente sem
cabelo e sem sono. Temos que aguentar todo o tipo de malandragem nas
mais variadas estâncias. Palavras são jogadas ao vento como jogar um
papel higiênico no lixo comum.
Endiabrados de tudo quanto é lado se transformam do dia para a
noite em santos do pau oco. É uma falta de vergonha total. Nesse
emaranhado de falcatruas psicológicas e físicas parece que a identidade
cidadã desapareceu como um raio em meio às turbulências cotidianas.
Estamos engolindo garganta abaixo um tamanho desprezo pela
saúde, educação e ética com todos os seus fundamentos, um caos total no
bem comum. Eta política sem nenhuma justificativa para transformar de
fato e de direito o Brasil. E dai que estamos com liberdade nessa
democracia, e dai que estamos com direitos adquiridos, enquanto uma
parcela supostamente mandatária não se preocupa efetivamente com os
problemas reais que o povo enfrenta em todas as partes do Brasil.
Crianças atravessando rios perigosos para estudar, total falta de
sensibilidade para resolver de fato os problemas a fundo, mas,
estranhamente se discute quem pagou quem, quem é o verdadeiro vilão,
que milhões foram roubados embaixo das barbas de alguém que se achava
com poder total, discutir esse tipo de coisa esquecendo-se das prioridades
absolutas é uma total falta de integridade coletiva.
Precisamos resgatar de alguma forma a autoestima, e fazer valer uma
nação voltada para o bem comum, para isso deve ser necessária uma
mudança de conduta generalizada. E a educação dentro e fora de casa entra
nesse processo como absoluta prioridade.
Se o país está nessa insegurança toda, com certeza não foi a maioria
da população que jogou o Brasil nessa situação, entre culpados e inocentes
pode-se dizer que irresponsavelmente jogaram a toalha de uma maneira
estupidamente criminosa. Ser governante exige um bocado de
responsabilidade pelo cargo eleito, o foco jamais pode deixar de ser o bem
comum, as artimanhas fraudulentas estas sim, deveriam estar dentro da
própria casa dos endiabrados.
A sensação de pessimismo que ronda a atmosfera do Brasil está
interferindo diretamente no ir e vir de cada cidadão, e é esse mesmo
cidadão que não tem nada a ver com a porcariada criada que está pagando o
pato.
O caráter deveria ser o carro chefe para tocar uma nação, se
continuar para os amiguinhos tudo e para os inimigos a lei acima de tudo,
infelizmente nós e o Brasil continuaremos seguindo na contra mão da

história. Nesse momento histórico que estamos vivenciando, algo novo se
faz argumentar: já que o Supremo Tribunal Federal é o guardião da
Constituição do Brasil, então que se faça cumprir todas as leis contidas na
Constituição. O Brasil não pode mais esperar, ou mudamos ou mudamos,
para o bem geral da nação.
Um governante é eleito para tentar resolver os problemas de uma
nação, e não ficar nas mãos de partidos políticos, dando cargos a torta e
direita para filiados, que por sinal é um troca troca de cargos, sem a mínima
condição técnica e ética. Nesse ponto, vale a máxima: lobos em pele de
cordeiro. Esse tipo está pouco se lixando com a população. Politeísmo já.
E já que ninguém nasceu de chocadeira o negócio é tentar sair da
zona de conforto e botar a mão na massa.

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