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G A U L E I T E R



Tito Cassoni Os dicionários definem o verbo “tombar” e o substantivo masculino “tombamento” com dois significados. Vamos a eles: 1ª definição do verbo: derrubar, fazer cair ou cair no chão. 2ª definição: colocar (o governo) sob sua guarda (bens imóveis e/ou móveis que, sendo de interesse público por seu valor histórico, arqueológico, etnográfico, artístico, paisagístico […]

Tito Cassoni
Os dicionários definem o verbo “tombar” e o substantivo
masculino “tombamento” com dois significados. Vamos a eles: 1ª
definição do verbo: derrubar, fazer cair ou cair no chão. 2ª
definição: colocar (o governo) sob sua guarda (bens imóveis e/ou
móveis que, sendo de interesse público por seu valor histórico,
arqueológico, etnográfico, artístico, paisagístico etc., devem ser
conservados e protegidos pelo Estado). No caso do substantivo,
as mesmas definições anteriores, como: ato ou efeito de fazer
cair e ato ou efeito de colocar sob a guarda do Estado.
Como vemos, dois significados diversos para não dizer
totalmente opostos para a mesma palavra. Homófonas e
homólogas. Não sei se onomatopeicas. Para dizer a verdade,
devo confessar que a minha ignorância em linguística é mais
manquitola que obeso com artrose. Aliás, nem sei o que seja
onomatopeia. Na realidade eu não passo de uma onomatopeira.
No caso dos significados da palavra tombar, elas têm
significados opostos. Tanto pode significar “destruir” como
“impedir a destruição” ou “mantê-las como sempre foi”.
O importante são os seus significados, totalmente antagônicos.
O resto é semântica.
Mas, cuidado. Num país capenga em cultura, com a ignorância
campeando solta pelas altas esferas governamentais, onde os
nossos governantes são escolhidos pelo dinheiro que tenham ou
pelas ideias extravagantes que possuam ou ainda, pela falta de
ideia consonante com a razão, o perigo mora ao lado. Para esses,
“tombar” só possui um significado: cair, derruir, derriçar,
desmontar ou outro sinônimo qualquer com o mesmo sentido.
Além de nada saberem de história, ainda julgam-na supérflua.
Para que serve isso? Não dá lucro. Embora a Europa esteja cheia
de turistas brasileiros para verem fatos históricos.
Vamos ver o Brasil mais de cima. Em janeiro chegará um novo
governante com promessas de “salvar” o Brasil e, contaminado
por uma “bichafobia”, pretende acabar com a a “viadomania”
que domina este país e é considerada a grande responsável pela
degradação da nossa espécie. Mas vamos às medidas, que
sugiro, para nos resguardar dos perigos iminentes.
1º – O Brasil tem o dia da “consciência negra” comemorado no
dia 20 de novembro. Por que só os negros têm esse privilégio?
Assim sendo, podemos criar os dias da “consciência branca”, da
“consciência amarela” e o dia da “consciência cor de rosa”. Este
dia, – com a aquiescência da LGBT -, poderia ser no dia 24 de
novembro e se chamaria Day Gay. Assim, acabaríamos com o Kit
Gay e criaríamos o Day Gay. O bom disso seria o aumento dos
feriados prolongados para os anos vindouros!
2º – Vamos proibir o toque retal, autorizado pelo CRM e
proporcionado pelos urologistas do país, usado como justificativa
na prevenção do câncer de próstata. Isso, é pura viadagem que
só estimula o hábito. Quem quiser fazê-lo que vá para o exterior.
Aqui não vai ter mais essa frescura.
3º – O Hitler quando chegou ao poder na Alemanha, nomeado
Chanceler pelo Hindenburg em 30 de janeiro de 1933, autorizou
seu Ministro de Propaganda Joseph Goebbels a combater a “arte
degenerada” que impedia o progresso da Alemanha. E este,
provocou uma grande queima de livros, quadros e obras de arte
com o fim de “recuperar a “verdadeira arte alemã”.
Aqui no Brasil as nossas autoridades poderiam fazer em todas
as cidades brasileiras uma queima idêntica com relação aos
armários, onde todas as casas que os tivessem deveriam colocá-
los nas ruas para a grande queima. Os que estiverem lá dentro
deveriam ser carbonizados para servirem de exemplos e, assim,
impedir suas saídas para que não poluam o nosso ambiente.
Assim o governo combateria não só a homossexualidade
desenfreada como a degeneração pornográfica da nossa espécie.
Tudo isso, naturalmente, sob a orientação do Gauleiter
Alexandre Frota, um ícone do novo governo, e que de
pornografia entende bem.

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