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Boas festas

Ao longo da história, as multidões formadas por loucos, seguiram líderes dementes que usavam estratégias de manipulação de massa, como Hitler, Napoleão, Bin Laden, Jânio, Lula e Dilma. O dirigente nazista tinha como esporte matar judeus, o francês baixinho ficava de quatro na tentativa de conquistar o mundo, o saudita que não gostava de nada igual liderou o ataque às torres gêmeas, o Vassourinha, que prometeu varrer a corrupção perdeu o governo para os militares. Já as gestões petistas tiraram o dinheiro da direita e colocaram no bolso esquerdo afundando de vez o Brasil.
Será que o Lula é religioso, indo na contramão dos movimentos de esquerda históricos? Alegavam que a religião era o ópio do povo, preferindo dar vodca ao povo o que resultou em uma grande ressaca. Em Cuba, China, Coréia do Norte e também nas extintas União Soviética e Alemanha Oriental as pessoas não podiam sair dos seus países. Líderes “socialistas” sempre fizeram o contrário do que reza a cartilha: enquanto o povo ficava nas filas para comprar pão e leite os detentores do poder festejavam Natal e Ano Novo regados a champanhe e caviar e ainda presenteavam as prostitutas com finas joias. Vocês se lembram o que os intelectuais falavam sobre o futebol? A elite pensante afirmava que o esporte preferido da nação servia para tirar o foco das atrocidades cometidas pelos militares de extrema direita. E de fato a seleção brasileira de futebol foi utilizada como instrumento de propaganda política durante os chamados “anos de chumbo” da ditadura.
Por mais incrível que pareça, o PT usou da mesma estratégia, Emílio Odebrecht, presidente do conselho de administração do grupo que leva o seu sobrenome, afirmou em acordo de delação, em fase de negociação, que a Arena do Corinthians construída pela empreiteira foi um presente ao ex-presidente Lula, torcedor fanático do time. Ainda bem que o Brasil perdeu da Alemanha.
Falando de quadrilha, rojões e bombas, o Lula sempre gostou de uma festinha junina que celebra os santos da Igreja Católica, como São João e São Pedro. As festividades nas gestões petistas sempre foram realizadas na Granja do Torto, residência de campo da Presidência da República, onde compareciam o então vice-presidente, José Alencar (PL), a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff; os ministros da Fazenda, Guido Mantega; das Relações Exteriores, Celso Amorim; da Saúde, José Gomes Temporão; das Comunicações, Hélio Costa; da Defesa, Nelson Jobim; e do Esporte, Orlando Silva, além do candidato a vice-prefeito de São Paulo na chapa de Marta Suplicy (PT), deputado Aldo Rebelo (PC do B).
Estas festas cristãs aderiram de vez ao comércio com altos investimentos em cima da figura de Papai Noel e do Coelho da Páscoa. Não tenho certeza, mas parece que o estado islâmico não gosta muito destas festas. Em Berlin um caminhão enorme matou e feriu várias pessoas em um mercado, ponto onde vende produtos natalinos. Já no México não teve atentado terrorista, bastou acenderem um cigarro para acontecer uma grande tragédia, onde 36 pessoas morreram em diversas explosões no mercado de fogos de Tultepc.
Em um diagnóstico nu e cru, vivemos em uma economia globalizada não havendo mais distinção entre esquerda e direita, onde todos são consumistas. A China de Mao Tsé-Tung hoje se encontra totalmente industrializada e poluída, Donald Trump usa Taiwan como arma para provocar Pequim e ao mesmo tempo busca parceria com Vlademir Putin. Voltamos aos paliativos de Natal, neste período as pessoas ficam caridosas, crianças pobres ganham presentes de vários movimentos políticos e sociais comprados em lojas de R$ 1 real e seus pais ganham panetones de terceira linha e champanhe de sidra. Os religiosos cantam “pobrezinho nasceu em Belém”, procurando mendigos pelas ruas para alimentá-los na “noite feliz”. Enfim, o “black friday” entrou nas igrejas, havendo liquidação de carnes e nos dízimos apontando para o ano novo. ‘Jesus’ volta logo antes que entreguem o Brasil novamente aos militares.

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