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Agora vai ou racha

Agora vai ou racha

Por Genê Catanozi

 

Até que enfim algo de novo no comércio entre Mercosul e União Europeia fará com que o Brasil deixe de lado suas mazelas atrasadas e entre de fato e de direito na “Gestão da Qualidade Total”.

Não é admissível que com tantos bons exemplos no mundo inteiro o Brasil ainda não tenha aprendido a lição de casa. Agora não dá mais para segurar qualquer tipo de diálogo entre esses dois grupos mundiais sem que não seja a “Qualidade” em primeiro lugar.

O Brasil vai ter que parar de brincar e partir para uma nova reestruturação em todas as áreas, felizmente demorou mas chegou a hora e o momento da “Gestão da Qualidade Total”. Claro que, os países europeus irão exigir um certificado de qualidade de qualquer tipo de produto ou serviços dos países integrantes do mercosul, principalmente o Brasil.

O Brasil com seus empresários e também com as empresas brasileiras terão que enfrentar uma forte concorrência com aqueles que há muito tempo se preocupam com a “Qualidade Total”. Parece brincadeira, mas, daqui para frente ou se leva a sério de fato e de direito a gestão da qualidade ou tranquilamente a vaca vai pro brejo mesmo.

É difícil de acreditar que um país subdesenvolvido tenha condições intelectuais de se aventurar em uma nova estrutura administrativa e enfrentar grandes corporações que possuem total conhecimento sobre “Qualidade total”. No Brasil parece que tudo deve ser deixado pra última hora, só que agora correr atrás do prejuízo e da burrice vai dar uma tremenda dor de cabeça, principalmente para aqueles que não entendem nada de nada.

Como sempre, a política a la brasileira tem em seu escopo a marca da antiguidade e da malvadeza. Uma política não voltada para o todo e muito menos para o bem comum. Agora é pagar pra ver no que vai dar essa competição de qualidade com os europeus. Talvez, se correr o bicho pega e se ficar o bicho come.

Enfim, os programas de qualidade e seus autores sem dúvida alguma sairão ganhando nessa história toda, governo e empresas públicas e privadas terão que assumir apressadamente políticas internas de Qualidade total, correndo o risco de não saírem de onde estão.

A Gestão da qualidade total finalmente terá seu espaço, pois sem qualidade os produtos e serviços do Brasil e do Mercosul não sairão do papel.

Correr atrás do prejuízo terá um custo incalculável, quem sabe dessa forma teremos um início de uma nova mentalidade voltada para a eficiência e eficácia tanto na vida pública como na privada.

Esse acordo de livre comércio entre os dois blocos trará forçosamente a obrigação e a necessidade de uma nova educação em todos os níveis. Será que os governantes estão cientes e preparados para esse novo mundo?

A gestão da qualidade tornou o Japão, Coréia, Cingapura países de primeiro mundo há longos anos atrás, suas experiências jamais foram copiadas pelo Brasil. Eles estão há anos luz na nossa frente, mas alguns países europeus foram espertos o suficientes para copiar modelos que deram certo nesses países.

Deveriamos lembrar do velho guerreiro Chacrina: “Nada se cria tudo se copia”.

Na Gestão da Qualidade Total do Brasil foi esquecido o seguinte lema: “Abrace essa ideia”. Esse lema é tão antigo como a carruagem de D.Pedro I.

Enfim, já que ninguém nasceu de chocadeira o negócio é tentar sair da zona de conforto e botar a mão na massa.

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