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Abaixo a ditadura

      José A C Silva O Brasil, prestes a realizar uma eleição, não tem um candidato à presidente que, de fato, contemple o povo. Em Minas Gerais, diante das ‘ladroagens’ do PSDB, como nos casos da mala de dinheiro envolvendo Aécio Neves e o mensalão mineiro, mediante de tanta ‘maracutaia’, querem eleger a […]

 

 

 

José A C Silva

O Brasil, prestes a realizar uma eleição, não tem um candidato à presidente que, de fato, contemple o povo. Em Minas Gerais, diante das ‘ladroagens’ do PSDB, como nos casos da mala de dinheiro envolvendo Aécio Neves e o mensalão mineiro, mediante de tanta ‘maracutaia’, querem eleger a ex-presidente Dilma Rousseff ao Senado, mesmo depois dela sofrer um impeachment.

Acabou a polarização entre PT e PSDB, o novo quadro mostra o Lulismo disputando com representantes do exército, o que é vergonhoso para a classe política. A ditadura militar no Brasil que era para ser transitória chegou a ser maior de idade, completou 21 anos, a maldita durou de 1964 a 1985. A nossa nação passou a ser chamada de república das bananas. É um termo pejorativo para um país, geralmente latino-americano, politicamente instável, submisso a um país rico e frequentemente com um governante corrompido e opressor. Sua economia é, em grande parte, dependente da exportação de um único produto, tais como bananas.

Normalmente, tem classes sociais estratificadas, incluindo uma grande e empobrecida classe trabalhadora e uma plutocracia que compreende as elites de negócios, política e militares. Esta oligarquia político-econômica controla as produções do setor primário e, assim, explora a economia do país.

Devido às más gestões, continuamos a ser uma classe de bananas – tudo que é vendido de carros a eletrodomésticos, as divisas saem do país. Desde a época de Cabral todas as riquezas do nosso solo são levadas embora. O aço não é industrializado (laminado) aqui. Sabemos que o golpe militar no Brasil foi apoiado pela CIA e continuamos a ser quintais de multinacionais.

No caos do governo do Trump – envolvendo todos os tipos de denúncias – porque a CIA não apoia um golpe militar nos Estados Unidos? É mentira que o povo quer de volta o exército ou o Lulismo – no primeiro turno Bolsonaro tem 27% das intenções de votos e Haddad 21% – mais de 50% dos brasileiros não querem os dois candidatos que, segundo o Ibope, lideram as pesquisas. Para que servem políticos que só roubam, um exército que depois da ditadura ficou praticamente confinado nos cartéis e agora apanha de bandidos no Rio de Janeiro – tamanha é a inoperância das polícias que o Bolsonaro quer dar uma arma para cada brasileiro. A guerra de partidos já fez vítimas. Em frente ao Instituto Lula um homem foi agredido por sindicalistas e sofreu traumatismo craniano. Já o Bolsonaro foi esfaqueado em campanha.

Esperamos que aquele que ganhar fique somente 4 anos no poder de maneira democrática. Abaixo a ditadura!

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